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quarta-feira, 29 de julho de 2009

Fez-se Sol

Andando pela Guarapuava que restou após tanto céu desabar e dias virarem cinzas e úmidos, eu vi umas cenas que não deviam deixar de dançar. Vi e sorri. Vi e não vi. Vi feito quem pensa em outras coisas que estão nos pensamentos que voltam a brilhar após o encontro com a luz solar, e o silêncio foi quase azul. Assim, lembrei de umas palavras de Quintana:
"A gente sempre deve sair à rua como quem foge de casa,
como se estivessem abertos diante de nós todos os caminhos do mundo...
Não importa que os compromissos, as obrigações, estejam logo ali...
Chegamos de muito longe, de alma aberta e o coração cantando."


4 comentários:

  1. Nossa, e pensar que hoje tudo passou despercebido diante de mim, fugirei de casa amanhã.

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  2. Esse velhinho era o máximo.
    Aliás, dia 30, um dia depois que tu publicou esse texto, ele faria 103 anos de (genial)idade

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