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percepções no Parque do Lago

O sol reflete na água que corre o mais rápido que consegue, até bater nas margens, desesperada. O vento dança por entre os cabelos das palmeiras altas e magras, cantando uma canção de uma só nota, que voa longe e volta em volume maior. Dois meninos correm com seus chinelos de dedo e caem na grama, e rolam e riem.
E o senhor que vende picolés permanece encostado na sua árvore, com os três primeiros botões da camisa branca abertos, e um ar superior de quem observa a sua cidade mudar enquanto tudo se repete.

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