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domingo, 24 de julho de 2011

A saudade

As músicas tocavam na ordem aleatória e a tarde estava fria, embora com restos de sol que de quando em quando entravam pela janela e deixavam o quarto um pouco abafado. Exatamente quando li as últimas linhas do livro ("É engraçado. A gente nunca devia contar nada a ninguém. Mal acaba de contar, a gente começa a sentir saudade de todo mundo"), Zeca Baleiro cantou "a saudade é um filme sem cor que o meu coração quer ver colorido".