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sábado, 31 de julho de 2010

Tia

Não esperando nada acontecer, ele deixa a sala repleta de uma alegria que está sempre por vir. Sorriso singelo, olhinhos escuros e brilhantes, logo uma lágrima, em seguida um grito, acompanhado de risos. Diante de qualquer situação inusitada, o espanto, mas então o abraço e tudo está bem. Melhor que nunca, aliás. O dilema maior da existência é engatinhar em torno da mesa, ultrapassando as cadeiras desafiadoras ou se desvencilhar do fio de lã que prende também o brinquedo (pode ser um antigo pote de sorvete).  'Ah, meu Deus, me dá dois anos, me dá a mão, me cura de ser grande'.

3 comentários:

  1. É... que essa criaturinha aproveite enquanto não é gente grande! Gostei do texto. Belo blog! Bom domingo pra ti.

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  2. Que bonito Scheyla! Curtindo a vida de tia né... rsrs
    Massa!
    Um beijo.

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  3. Eu estive pensando nessas criaturinhas também. É isso.

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