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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

esquecida pelo mundo que ela esqueceu

Era verão, se bem que em Guarapuava essa estação não é muito definida. Começo de um dos últimos anos da década de oitenta. Minha mãe disse que não doeu, mas eu demorei o quanto quis. Talvez eu não quisesse nascer, e, talvez tivesse sido melhor. O fato é: nasci. E então chega-se ao ponto: Pra quê? Dizem que quem vive sabe, mesmo sem saber que sabe. (Será?).

Você já sentiu alguma vez como se nada importasse? (e o que isso importa?). But anyway, mudando um pouquinho o rumo da prosa (como diria o vô Evaldo, se estivesse vivo), seria tão interessante se pudéssemos esquecer ou alterar certas lembranças. Como no filme*, a fim de prosseguir, rumo ao brilho eterno. Feliz é palavra para os ingênuos, sem dúvidas. E 'existe a quem falte o delicado essencial'.

Mas segunda-feira eu faço vinte anos, e ainda não sei, não estou pronta para este tipo de coisa. E eu não estou me importando,

."the circus is falling"

BE CONTINUED


*filme: Brilho eterno de uma mente sem lembranças.

Texto meu, (de quem mais seria essa bobera?), lembrando sempre que todo dito se encontra num já-dito, ou seja, todo discurso é marcado por enunciados que o antecedem e sucedem, integrantes de outros discursos, ou seja novamente, além de tudo, eu ainda não consigo ser a única a pensar nesse tipo de coisa.

Um comentário:

  1. auhauhauauh

    A felicidade não está em viver, mas em saber viver. Não vive mais o que mais vive, mas o que melhor vive. (Mahatma Gandhi

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