Ultimamente tenho visto uns. Cenas bonitas, entre elas a dança das mãos de Santiago, o acordeom mágico de Janna, a lúcida tristeza de Yesterday. Desses eu gostei.
Legenda da imagem: Yesterday; Santiago; House of fools; Estômago; Minha vida sem mim; Paris, te amo; Uma vida iluminada; Garden State; Valentim; Juno; O passaporte húngaro; O homem que não estava lá.
Comia tranquilamente o cheetos do pacote alaranjado quando fiquei chocada - sim, acredite, às vezes ainda consigo ficar decepcionada com os tais dias de hoje.
No dia em que conversei com a Eliane Brum em Guarapuava, ela me disse que pagou com o dinheiro da sua poupança a viagem a Belém do Pará, porque precisava dar visibilidade às vozes que não estavam sendo ouvidas a respeito da construção da usina de Belo Monte. Dessa maneira, não considera que tomou "partido" de algum lado, apenas cumpriu a missão de repórter, de mostrar o maior número de versões possíveis de um mesmo fato.
É tão interessante ver atitudes contra a mesmice em Guarapuava - talvez por serem raras. Há alguns meses, tenho percebido as mesmas frases em diferentes muros, seguindo a ideia dos grafites que ilustram o vídeo da canção Não Existe Amor em SP, do Criolo. Muros "onde os grafites gritam".
Não é possível, não assisti nada disso. Tem um retalhinho ali que parece Juno...
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Ah, Juno é tudo de bom.
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