Comia tranquilamente o cheetos do pacote alaranjado quando fiquei chocada - sim, acredite, às vezes ainda consigo ficar decepcionada com os tais dias de hoje.
É tão interessante ver atitudes contra a mesmice em Guarapuava - talvez por serem raras. Há alguns meses, tenho percebido as mesmas frases em diferentes muros, seguindo a ideia dos grafites que ilustram o vídeo da canção Não Existe Amor em SP, do Criolo. Muros "onde os grafites gritam".
No primeiro dia de aula disciplina: ciências, eu nova na escola, me sentindo ET. A colega de cabelo típico-de-igreja me cutuca: "Oi, como é seu nome?" Eu vou dizer, então a professora responde: "Não sei como era ~lá de onde você veio~, mas aqui quando falo os outros escutam" Acabei engolindo palavras e nunca apreendi o fenômeno de pingar limão no repolho roxo
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